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Saudações, visitante! Neste momento, você se encontra no Hishoku no Sora, um blog pessoal sem fins lucrativos. Aqui se fala de tudo um pouco, então fique à vontade!
A versão atual é inspirada no filme Corpse Bride, de Tim Burton - estrelando a protagonista Emily ♥

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Kawasumi Shana, 24 anos e contando +1 todo dia 7 de fevereiro - logo, sou toda aquariana. Adoro música, mangás, animes, filmes e livros. Odeio insetos, injeções e filmes de terror, sou criativa e contraditória, possivelmente tenho um parafuso a menos - mas juro que sou legal. Ou não. more?

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Hishoku no Sora
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Super Resenha: Pandora Hearts

Saudações leitores! Eu sei que estou devendo pra mim mesma um post mais pessoal, mas nessa madrugada eu terminei de ler Pandora Hearts e simplesmente não pude resistir a uma super resenha! ♥ A história foi tão incrível e terminou tão bem que eu preciso compartilhar meus sentimentos a respeito - então chega mais que a hora é agora (Credo, que manjado...)!

Ficha Técnica
• Autora: Jun Mochizuki
• Publicação: 2006-2015 pela Monthly GFantasy (Square Enix)
• Volumes: 24 (completo)

Pandora Hearts é um mangá do gênero Shounen, mas que trata de fantasia, aventura, mistério e mais umas mil categorias. Conta a história de Oz Vessalius, um garoto que, aos 15 anos, durante a sua cerimônia de maioridade (ou "coming of age"), é atacado por um grupo denominado "Baskervilles", que o julga culpado por "sua existência" e o joga no Abismo (Abyss). O Abismo nada mais é do que um lugar sombrio, uma outra dimensão na qual não existe a noção de temporalidade, utilizado como uma prisão para aqueles que cometem os maiores pecados. Lá Oz se encontra com Alice, que se auto denomina uma "chain" - um ser fantástico criado pelo Abismo -, cujo real nome é Black Rabbit ou Blood-Stained Rabbit. Alice sugere então que Oz forme um contrato com ela, para que possa libertar seus poderes selados pelo Abismo e tirar ambos de lá.
Uma característica interessante é que o mangá faz muita referência à Alice in Wonderland, mas de uma forma bem singular - não é uma releitura da obra de Caroll, mas faz alusão à ela por meio do nome dos personagens e até algumas características dos mesmos. Além disso, a história se desenvolve de forma a tomar proporções estratosféricas, coisa que me surpreendeu muito durante a leitura.
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By Shana • domingo, 28 de junho de 2015 • 8 ComentáriosLink to this post

Meme: 7 coisas

Já perdi as contas de quantas vezes eu abri a página de postagem do blogger, comecei a escrever alguma coisa e desisti na metade porque não sou obrigada não estava afim. Embora eu adore blogar - e escrever num geral -, nos últimos dias tenho me sentito não-afim de escrever qualquer coisa, mas andava sentindo falta de algum post sobre mim. Daí eu me lembrei magicamente de um meme que a Ferdiva tinha me indicado e eu nada de responder - nem me defendo mais quanto a isso -, e achei que era uma boa ideia, já que faz tempo que não falamos de mim e tal e enfim. A ideia do meme é bem similar a esse aqui que respondi uma vez, e eu tenho que indicar 7 coisas pra cada item. O nome é auto-explicativo, gente, vejam bem.


7 coisas pra fazer antes de morrer
○ Ir num show do Super Junior, que tá começando a parecer uma coisa impossível de se fazer.
○ Viajar pro sul do país
○Viajar pra fora do país, preferencialmente Alemanhã, Áustria ou Londres (questões históricas, vejam bem)
○ Jogar Neverending Nightmares, porque tem uma temática incrível mas eu sou cagona demais pra isso -q
○ Viver um romance desses loucos que não serve pra casar, mas que te faz sentir que viveu a vida inensamente
○ Pintar meu cabelo de lilás/branco
○ Andar de barco em algum lugar
○ Saber de cara o que responder em perguntas desse tipo

7 coisas que eu mais falo
Preparem-se psicologicamente, ou pulem essa pergunta
○ "Cu"
○ "Cacete"
○ "Mas que merda heim?"
○ "Caralho"
○ "Mano"
○ "Não sou obrigada"
○ "Gente (./!/.../derivados)"

7 coisas que eu faço bem
○ Cozinhar, já que eu me viro com qualquer coisa que achar na cozinha
○ Improvisar soluções para as situações mais xis
○ Atrair gente com problema que acha que meu ouvido é pinico - e depois que eu opino ainda reclama
○ Coisas que envolvam minha criatividade (design, escrita, desenho, pintura, etc, etc, etc...)
○ Me perder
○ Debates (CHEGA MAIS AÍ GENTE)
○ Ouvir as pessoas - o que não quer dizer que meu ouvido é pinico, vejam bem

7 coisas que me encantam
○ A mente das pessoas
○ O sol nascendo/se pondo
○ O céu
○ Habilidades musicais
○ Gente que realmente se importa com o próximo
○ São Paulo durante a noite
○ Chuva

7 coisas que eu não gosto
○ Gente que vem me pedir conselho e quando ouve o que não quer, joga a culpa na minha carreira - da série "meu ouvido não é pinico, veja bem"
○ No geral eu posso colocar "gente" nesse item.
○ Tédio. Eu entro em pânico.
○ INSETOS, WHY?
○ Ficar com vontade de fazer xixi e não ter banheiro por perto.
○ Calor
○ Pegar um mangá pra ler e descobrir que está em andamento no meio do caminho.

7 blogs para responder à TAG ao meme
Sim, eu aderi ao movimento de que meme é meme em qualquer circunstância e pra sempre, obrigada.
Monica (D-Strawberrypie)
Ren (Maa Maa)
Mila (My Me Mine)
Hinata (Ddoce Anime)
Helo (Vamos Falar de Cinema)
Snow (Doukyuusei)
Saddy (Nankin Dust)


No fim eu me diverti consideravelmente, e fico menos insatisfeita - já que agora o blog está atualizado e tal, e isso me deixa feliz. No mais, o que posso dizer é que ando me aventurando com umas coisas na cozinha, e espero poder compartilhar isso aqui em breve. Também fiquei doente essa semana, mas já passou - embora eu tivesse pensado que fosse morrer sem conseguir respirar, mas olhem só, dei a volta por cima 8D De resto, tenho dividindo meu tempo com ler as coisas da faculdade e ler mangás, e tô bem felizinha com isso. Também lembrei essa semana que tô conseguindo cumprir em parte minhas metas pra 2015 - mês que vem, ou final desse, preciso fazer aí um balanço dessas metas - e, bom, fiquei satisfeita comigo mesma. É, é isso. Boa semana pra todos, e até a próxima (y)

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By Shana • domingo, 21 de junho de 2015 • 8 ComentáriosLink to this post

Resenha: SiCKO, de Michael Moore
"Posso tomar um minuto para fazer uma pergunta que não me sai da cabeça?
Quem somos nós?
Foi nisto que nos tornamos? Um país que joga os seus cidadãos como lixo na sarjeta, porque não podem pagar a sua conta do hospital?"

Essa é a pergunta que Michael Moore faz em seu documentário sobre o sistema de saúde dos Estados Unidos que, pra quem não sabe, é pago. E na altura em que o filme foi gravado, a nova estratégia dos hospitais para com os pacientes que não tinham condições financeiras de arcar com seus custos, era colocá-los em um táxi e abandoná-los... bem, literalmente na sarjeta. O documentário é uma denúncia sobre o sistema de saúde americano, mostrando desde a corrupção até as suas consequências e do que os cidadãos são capazes para conseguir sobreviver.
Confesso que eu chorei em muitas partes do filme, e não porque sou sensível ou porque é triste em si, mas sim porque é muito difícil pra mim ouvir o relato de uma mãe, cuja filha não deve ter chegado a dois anos de idade, que morreu de parada respiratória porque o plano de saúde não autorizou o atendimento no hospital onde ela estava. Ou ainda ouvir essa mãe dizendo que foi escoltada para fora dos hospital, enquanto implorava que atendessem seu bebê, porque foi "considerada uma ameaça". Tudo isso tendo em mente que na primeira semana de dezembro meu pai fez uma cirurgia cardíaca de risco, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com enfermeiros que mediam a glicemia dele a cada uma hora, durante os 9 dias de internação, e isso tudo de graça, poque no Brasil a saúde é um direito - e não um bem de consumo. Chorei poque não me entrava na cabeça ver várias pessoas que morreram antes do documentário ir ao ar, porque sua cirurgias e tratamentos, quimioterapias e remédios foram negados pelo plano de saúde e eles não resistiram. Chorei porque esse tipo de atitude não é humana, e ainda assim isso é o dia-a-dia de um americano que tem o infortúnio de adoecer.
Por fim, eu compartilho da pergunta de Michael: quem (ou melhor, o quê) somos nós? E até quando isso vai durar? E mesmo que o SUS deixe a desejar em todos os sentidos, como seria viver num mundo sem ele? E se você ficasse doente e sua única opção fosse deitar na cama e morrer? O filme causa todo esse reboliço em nós, e ouso dizer que é dever de todo cidadão dar uma boa olhada nele, antes de colocar alguns países no pedestal, ou criticar o próprio. Fica a dica, pessoal. Um bom banho de realidade pra nós...


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By Shana • sexta-feira, 12 de junho de 2015 • 10 ComentáriosLink to this post

All we gotta do JBF ♫

Quando a gente está desanimado com algo, nada melhor do que novos ares, não é mesmo? Então a gente já sabia que eu mudar de layout era só uma questão de tempo ♥ Pra isso eu aproveitei meu feriado e dei uma repaginada nessa versão de Orange Planet, inspirada em Just be Friends - que está bem clean compara à anterior, mas variar é quase o meu nome do meio.
Na realidade, esse não é o layout original (que eu devo ter feito em meados de 2010, sintam o drama), mas eu acabei reformulando-o pra responder às minhas necessidade (ou caprichos, serve também). Eu nem estava verdadeiramente enjoada da versão anterior, mas como eu disse, às vezes eu preciso do impulso da novidade pra fazer alguma coisa, e repaginar o blog é algo que sempre me faz feliz de alguma forma.
A tema do layout é literalmente a música Just be Friends, composta por Dixie Flatline. Originalmente, ela foi cantada pela Megurine Luka, e o clip da Yunomi fez muito sucesso na época - tanto que rolou um boom de covers, entre eles o que eu escolhi pra tocar com o novo lay ♥ Esse cover ficou tão sucesso que a Yunomi fez um PV só pra ele, deem só uma olhada!


Pra quem não conhece, Just be Friends é uma música que trata do término de um relacionamento, no qual o eu-lírico reconhece que o laço que unia o casal já não é forte o suficiente para mantê-los juntos. Por isso, ele conclui que não há mais nada a se fazer a não ser "ser só amigos". Algum tempo depois, Dixie lançou uma canção-resposta super fofa, que vocês podem conferir aqui - aliás, esse PV faz várias referências ao anterior, o que o torna ainda mais fantástico ♥ Enfim, JBF é uma música bem gostosa, com uma letra bem sentimental e bonita, e que ficou ainda melhor com o rap do Rapbit e com os vocais do Zebra, gostosíssimos de ouvir, já que sua voz é bem suave. Por fim, voltando ao layout, eu aproveitei pra mudar algumas coisinhas que queria organizar, e tô bem satisfeita com o resultado. Espero que todos gostem da mudança também ♥ Beijinhos a todos, e até a próxima! o/

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By Shana • sexta-feira, 5 de junho de 2015 • 14 ComentáriosLink to this post


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