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Saudações, visitante! Neste momento, você se encontra no Hishoku no Sora, um blog pessoal sem fins lucrativos. Aqui se fala de tudo um pouco, então fique à vontade!
A versão atual é inspirada na música "We Don't Talk Anymore", ilustrada por Jimin e Jungkook (BTS).

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Kawasumi Shana, 24 anos e contando +1 todo dia 7 de fevereiro - logo, sou toda aquariana. Adoro música, mangás, animes, filmes e livros. Odeio insetos, injeções e filmes de terror, sou criativa e contraditória, possivelmente tenho um parafuso a menos - mas juro que sou legal. Ou não.more?

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Resenha | Orange

Arrependimento. Essa é a sua fraqueza e a lamentação no passado. O que você fez, e o que você não fez. Você vai se arrepender.
Orange. Volume 2, Capítulo 8.

Primeira resenha do ano, pessoal! E pra já iniciar em grande estilo, vamos começar com um título que deu polêmica, mas que foi muito aclamado tanto no Japão quanto entre os fãs internacionais, inclusive os brasileiros: Orange.
De autoria de Takano Ichigo, Orange conta com 22 capítulos, distribuídos em 5 volumes. A publicação mensal iniciou-se em 2012 na revista Betsuma, da Shueisha (Ao Haru Ride; Kimi ni Todoke), e foi muito aclamada no Japão. A polêmica? Bom, a partir do capítulo 9, a série entrou num hiatus de um ano, eventualmente saindo da editora, o que deixou muitos fãs apreensivos quanto a uma possível descontinuação. Contudo, para a felicidade geral, em Abril de 2014 a autora retomou a série, na revista Monthly Action da Futabasha. No Brasil, a série é publicada pela Editora JBC (e as capas estão lindas, só comentando).
Tá, e sobre o que fala Orange? A história começa com Takamiya Naho, nossa protagonista, recebendo uma estranha carta enviada... por ela mesma? É isso aí mesmo, uma carta vinda de 10 anos no futuro. Inicialmente acreditando se tratar de alguma brincadeira, ela não leva a carta tão a sério, até que todos os acontecimentos narrados na mesma realmente acontecem. Por que ela recebeu esta carta? Os motivos da Naho do futuro são bem claros, mas nem tão simples: ela tem muitos arrependimentos, e deseja que a Naho do presente elimine todos eles. Além disso, a carta ainda fala de um aluno transferido de Tokyo, Naruse Kakeru, a quem a Naho do presente precisa ajudar, pois não salvá-lo foi o seu maior arrependimento 10 anos depois.
Orange é, antes de tudo, uma história sobre arrependimentos. É bem diferente dos shoujos escolares que costumamos ver por aí, ao ponto de que nem sei dizer se ele é shoujo mesmo - vale comentar que a autora começou a publicar seinen em meio ao hiatus da série, que é um estilo bem diferente, um pouco mais sério e mais maduro. Orange tem um enredo um pouco mais pesado, sério e maduro, que nos incita a refletir a importância de tomar coragem pra agir e fazer nossas escolhas, porque no futuro será tarde de mais pra se arrepender. Embora ele dialogue muito sobre o futuro e o passado, o enredo trata basicamente sobe o presente, e sobre a importância de dar o devido valor ao hoje, ao aqui e agora, ao que você pode fazer neste momento e como isso influencia a sua vida pra todo o sempre - ainda que sejam as coisas mais pequenas.

Eu quero aliviar o peso que ele estava carregando.
Eu quero carregar os problemas dele com ele.
Eu quero que você nunca o deixe sozinho.
Eu quero que você salve o coração dele.
Naho do Futuro. Volume 2, Capítulo 8.

No mangá, isso aparece nas tentativas da Naho de salvar o Kakeru. Não se trata de ir ao passado e reviver tudo de novo, mas de tomar coragem e fazer pequenas coisas que impeçam os arrependimentos de acontecerem - ser mais honesta com seus sentimentos, não ter medo de dizer o que pensa, ser mais direta e ativa em suas decisões. Nenhum de nós precisa receber uma carta do futuro, basta aprender com a Naho e começar agora a fazer a diferença. Nós não sabemos o amanhã, e é justamente por isso que precisamos viver o mais intensamente possível o nosso presente: porque não dá pra voltar atrás.
Uma coisa que eu já esperava que acontecesse, e de fato aconteceu, foi uma ligeira mudança do traço após o hiatus. Eu tenho a sensação de que a história é muito pessoal pra Ichigo - embora ninguém saiba o que a levou a ficar um ano sem publicar Orange, tampouco a mudar de editora. Entre o capítulo 10 e alguns posteriores a ele, senti que rolou uma certa pressa. O traço parecia meio esboçado pra mim, mais fino e com um acabamento menos... Menos. Pra minha felicidade, isso foi sumindo com o passar dos capítulos - mas talvez valha a pena dar uma olhada em como ficou a impressão da JBC, já que eu li pelo computador. Já no enredo, acho que não senti muita diferença. A história me pareceu bem planejada, os acontecimentos foram retomados de onde paramos e a única mudança que acontece na história já tinha se iniciado justamente no capítulo 9, antes do hiatus. A história deu uma reviravolta que me surpreendeu, seguindo rumo bem diferente do que eu estava esperando - assim, acho que a essa altura já dava pra esperar quaisquer mudanças no caminho.
O final foi curto, na minha opinião, mas conclusivo. Os últimos 5 capítulos me deixaram tensíssima, pois eu já não tinha certeza se tudo daria certo ou não, se eu ia terminar satisfeita ou decepcionada. Embora eu sinta que podiam tem rolado mais um ou dois capítulos, foi uma conclusão emocionante e bem satisfatória. Gostei do rumo que a autora tomou e achei muito válida a conclusão que ela deu em relação às linhas temporais da história - afinal, não dá pra discutir alterações no passado sem passar por isso, não é mesmo?
Embora o traço não seja o mais bonito que eu já vi, eu dou uma boa nota pra Orange, e recomendo a leitura. É uma história intensa, pesada e que requer maturidade pra lidar com temas pesados como morte, suicídio, depressão, arrependimentos e, acima de tudo, o tempo. Em uma palavra, talvez Orange seja uma história sobre a vida. Será que adianta escrever uma carta pra si mesmo, 10 anos no passado? Ou será que nós precisamos aprender a viver o agora como se não tivesse volta? Talvez a gente precise começar a pensar nisso.

"Mesmo que as coisas estejam difíceis agora, aguente firme e tudo vai melhorar". É fácil dizer isso. Aguentar firme... Viver... É a coisa mais difícil que existe.
Naruse Kakeru. Volume 5, Capítulo 19.

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By Shana • domingo, 21 de fevereiro de 2016 • 12 ComentáriosLink to this post

Post Fotográfico | Ano Novo Chinês

Saudações, ilustres leitores! Meu aniversário passou, mas fevereiro é mês de celebrar - o que nos leva a mais um daqueles posts fotográficos 8D Aproveitando minha estadia em São Paulo (férias é amor ♥), me estiquei até a Liberdade pra aproveitar as celebrações do ano novo chinês, que segue o calendário lunar. Não vou me estender em simbolismos e explicações mil, pois pra isso existe google, mas garanto que é uma festa que vale muito a pena conhecer ♥
No calendário, o Ano do Macaco foi celebrado dia 9 de Fevereiro - mas como aqui ainda era carnaval, acho que as celebrações ficaram um pouquinho mais pra frente. A cargo de curiosidade, o Templo Zu Lai, em Cotia, vai celebrar neste sábado - fica-a-dica pra quem ficar curioso o bastante e quiser conhecer essa festa :) Mas vamos falar das celebrações na Liberdade, que foi o que eu conferi!
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By Shana • terça-feira, 16 de fevereiro de 2016 • 7 ComentáriosLink to this post

I'm Twenty-Three!

Celebremos, queridos leitores! Afinal, não é todo dia que se chega ao level 23 de vida, não é mesmo? Apesar disso, sinto informá-los de que não senti muita mudança de quando ainda tinha 22 - mas o foco não é esse, oras, parabéns pra mim! Tive um dia todo lindo e comemorativo com duas amigas super especiais (Bru e Akemi) lá na Liberdade, onde apesar do calor de 32º de São Paulo celebramos com os deliciosos crepes do Hachi, comemos takoyaki e tempura num mercadinho e passeamos até o calor e o sedentarismo ganharem da gente oficialmente ♥ Particularmente, estou muito satisfeita com o rolê, visto que fazia dois anos que eu não passava essa data em SP. Depois que cheguei em casa, ainda fui com mamãe na casa de um casal de tios dos quais eu gosto muito - comemos salgadinhos e conversamos sobre muitas coisas, desde trivialidades até saúde mental e luta anti-manicomial. Taí um casal muito agradável pra bater papo.


Além disso, ganhei presentes! No início do dia, recebi uma ligação de um amigo queridíssimo, o Alan, e depois de sair fui surpreendida pelos presentes das meninas ♥ Akemi me deu a garrafinha lindíssima do Totoro, de vidro, e a latinha super fofa, azulzinha com estampas florais. Já a Bru, toda trabalhada nas artes artesanais, me deu esse cofrinho fofíssimo de porquinha! *w* Pra ficar exclusivo, ela colocou o lacinho azul na cabecinha e a rendinha no pescoço - e ainda tinha várias balinhas de mil sabores gostosos dentro! Fiquei toda feliz e saltitante, obviamente. Já a noite, meu tio me deu esse livro, que ganhou do CRP, com uma temática super importante e que "está em alta", por assim dizer. Cheguei nas nuvens, porque não é todo dia que eu ganho livros de psicologia assim ♥ Dos meus pais, recebi dinheiro (taí um presente digníssimo), que eu acabei usando pra realizar um sonho de consumo que está na minha vida desde os meus, sei lá, 13 anos:


SIM!
UMA FIGURE DA CAGALLI ♥
Essa figure é um dos meus sonhos, de verdade. Logo que comecei a assistir Gundam SEED em, sei lá, 2006 talvez, eu encontrei imagens dela na internet e fiquei apaixonada - e claro, desisti totalmente de tê-la em mãos, porque tinha certeza que nunca encontraria pra comprar no Brasil e nem teria dinheiro pra isso. No começo do ano, em um dos meus rolês com a Bru, fui surpreendida por ela na vitrine da Shinozaki - uma loja de artigos geek/otaku ali no Sogo Plaza, na Liberdade - e juro que quase surtei. Jurei pra mim mesma que se ela ainda estivesse lá no meu aniversário, eu a compraria - DITO E FEITO! Agora vou colocá-la do lado do meu figure do Athrun (hm, é, eu tenho um Athrun também) e meu ship estará concretizado para sempre, beijos para o recalque. uwu/
Além dessas coisinhas maravilhosas, recebi muito amor via internet também *w* Babem nessas plaquinhas lindas!





Obrigada Mitsu, Ren, Hannah e Bunny, suas queridas! É muito amor pixelizado nesse blog, minha gente! *w* E por favor percebam que além de plaquinha fofa do Onigiri Quase Prédio (que me homenageou mesmo eu não sendo moradora, achei lindo), recebi plaquinha da Cagalli E do Athrun, o que é definitivamente um sinal de que my OTP is meant to be, beijos pras inimigas.
Resumo do meu dia? Maravilhoso! Celebrei meus 23 anos de vida entre os terráqueos em grande estilo, com comida gostosa, amigos lindos e muito amor ♥ E ouvindo Twenty-Three da IU desde a meia-noite, porque essa música é ótima para fins comemorativos uwu/ Como eu disse no início do post, continuo a mesma que tinha 22 anos ontem, mas o que vale é aproveitar o dia da melhor maneira possível - e, claro, celebrar a vitória de durar mais um ano, sambando em todas as greves, fins de semestre, noites mal-dormidas e dias comendo miojo.
I'M HELL YEAH TWENTY-THREE! E que venham mais 23 pela frente *w*/

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By Shana • domingo, 7 de fevereiro de 2016 • 6 ComentáriosLink to this post


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