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Saudações, visitante! Neste momento, você se encontra no Hishoku no Sora, um blog pessoal sem fins lucrativos. Aqui se fala de tudo um pouco, então fique à vontade!
A versão atual é inspirada no filme Corpse Bride, de Tim Burton - estrelando a protagonista Emily ♥

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Kawasumi Shana, 24 anos e contando +1 todo dia 7 de fevereiro - logo, sou toda aquariana. Adoro música, mangás, animes, filmes e livros. Odeio insetos, injeções e filmes de terror, sou criativa e contraditória, possivelmente tenho um parafuso a menos - mas juro que sou legal. Ou não. more?

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Hishoku no Sora
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Desvendando "November Rain" do Guns n' Roses

Saudações leitores! Hoje venho falar com vocês sobre música - sei que tô devendo uns mil memes aí, mas calma que uma hora eles aparecem, eu prometo. uwu/
Já devo ter mencionado que cresci numa família que ouve de Guns n' Roses a Burt Bacharach - se não, bom, estou mencionando agora. E nos longos fins de semana regados a música, eventualmente rolava o debate sobre o que diabos estava acontecendo no clipe de November Rain.
Pra quem não conhece (meus deus, em que mundo você viveu até agora?), November Rain é o 11º single do Guns, lançado em junho de 1992 e escrito pelo vocalista, Axl Rose. Ele trabalhou na melodia desde 1983, e a letra é inspirada na relação do cantor com sua ex-esposa, Erin Everly. É uma das canções mais longas do grupo, e o clipe é o 13º mais caro da história da música. 
A questão é: November Rain conta uma história. Basicamente, sobre um relacionamento que se acaba, afinal, é disso que a letra fala.
Nothin' lasts forever and we both know hearts can change
And it's hard to hold a candle in the cold November rain
Contudo, chega um ponto no clipe em que uma confusão rola solta e de repente nada faz sentido - pessoas morrem do nada e você fica com cara de quem passou por um furacão e não viu nada acontecendo. 
Passei anos da minha infância e pré-adolescência assistindo esse clipe com várias pessoas diferentes, tentando descobrir alguma coisa, alguma pecinha faltando, e nunca cheguei a lugar algum. Foi então que recentemente eu me dei conta do seguinte fato: inventaram a internet! Logo, eu podia simplesmente largar mão de ser panaca e procurar web afora o que diabos acontecia nesse clipe. Antes de soltar minhas teorias com base em minhas descobertas, vamos ver o clipe.

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By Shana • terça-feira, 30 de agosto de 2016 • 3 ComentáriosLink to this post

Resenha | Helter Skelter

Uma palavra antes de começarmos: risos e gritos soam muito parecidos.

Helter Skelter é um mangá Josei (+18), de autoria de Okazaki Kyoko, cuja história dança entre o drama psicológico e o terror. Publicado na Feel Young (Paradise Kiss, Usagi Drop) de 1995 à 1996, foi compilado em um único volume em 2003. O título recebeu o prêmio de excelência no Japan Medias Artes em 2004 e recebeu o Prêmio Cultural Osamu Tezuka, no mesmo ano. Um live-action baseado na história foi lançado em 2012, dirigido por Mika Ninagawa (Sakuran, Helter Skelter). O mangá foi licenciado pela NewPop no Brasil, com data de lançamento ainda a definir.
A história gira em torno de Ririko (Liliko), uma modelo e pop idol que tornou-se o ícone da beleza no Japão. Para tanto, ela foi submetida a um extenso processo de cirurgias plásticas e tratamento estético. Seu corpo, contudo, incapaz de suportar o peso das cirurgias, começa a sofrer as consequências, e pouco a pouco sua saúde física e mental desmorona, rumo a um assustador e inevitável fim.
Quando estou sozinha, eu sinto que serei esmagada.
Quando estou sozinha, eu começo a perder meu controle sobre as coisas.
Quando estou sozinha, eu só não sei o que está acontecendo.
"Isso" aparece dentro da minha cabeça, e "isso" cresce, maior e maior, até que eu eventualmente sou devorada pela coisa.
O mangá segue por uma narrativa muito interessante. O enredo se desenrola, e descobrimos o  que está por trás das aparências pouco a pouco. A narrativa intercala-se entre um narrador desconhecido e a própria Ririko, que misturam-se em cada capítulo, dando um clima quase de livro mesmo - quase como se fosse uma biografia. Quanto à narração, tenho fortes motivos para pensar que quem conta a história no fim das contas é o Kin-chan, o maquiador da modelo, mas ele nunca fica especificado anyway. Em parte, acho que o mangá traz uma crítica ao mundo da moda, beleza e estética, ao mundo o entretenimento e, de uma certa maneira, às exigências que nós próprios fazemos uns do outros. 
Comumente, acham-se as celebridades extremamente fascinantes...
Porque a celebridade é como um câncer; um tipo de deformidade.
Helter Skelter é, segundo o Wikipedia, uma espécie de tobogã em formato espiral. E o título cabe como uma luva na história: Helter Skelter é uma viagem ao poço sem fundo que é a podridão do ser humano. Ouso dizer que o enredo tem um toque meio Cisne Negro, mas talvez um pouco pior. No mangá inteiro não há nenhuma cena visualmente forte, mas eu fiquei bem tensa enquanto lia - sempre esperando "o pior", de uma certa maneira. Conforme os capítulos passam, Ririko vai perdendo a sanidade, ao mesmo tempo que mantém-se extremamente sã quanto a sua situação: seu corpo está podre, assim como ela mesma. Em alguns pontos, ela faz certas referências à loucura, embora penas nomeie que tem "algo" dentro dela que "está acabando".
Eu ouço um som dentro de mim.
Eu ouço alguma coisa fazendo tique-taque dentro de mim.
Eu ouço um som me dizendo para me apressar.
Esse som...
É o som de alguma coisa terminando dentro de mim.
Eu não sei dizer o que poderia estar acabando dentro da Ririko. A vida, o prazo de validade enquanto modelo e pop idol, a própria sanidade dela que se esvai a cada dia que passa. A cada capítulo o mangá desce mais e mais fundo nessa situação desconcertante, pois ao mesmo tempo em que a garota vai perdendo totalmente o controle da sua vida e da sua saúde (física e mental), ela ainda é a pessoa mais sã sobre o processo todo. Ela sabe o que está acontecendo, ela sabe pra onde está indo e que não tem mais volta.
Porque eu só quero brincar com o meu corpo.
E eu quero me divertir arruinando outras pessoas completamente.
Eu não posso evitar, sabe? Porque eu estou sendo completamente arruinada por outras pessoas também.
Pouco depois de publicar o último capítulo do mangá, a autora, Okazaki Kyoko foi atropelada por um motorista alcoolizado, e feriu-se bem gravemente. A obra termina de uma maneira bem conclusiva, na minha opinião, mas a última página dá a entender que será produzida uma continuação. Procurei bastante, mas a autora nunca continuou a história - inclusive, o volume com a história completa não foi retocado nem revisado por ela, segundo uma nota da editora. Independente se foi especulação ou não, a história de Ririko parece acabar por aqui.
Helter Skelter, por fim, é quase um terror psicológico. Ele não assusta, mas perturba. É um pouco confuso lidar com toda a informação, e é impossível se identificar com qualquer um dos personagens. O que fica, no fim da história, é que todos somos meio monstruosos por dentro, movidos por nossos desejos e, às vezes, as pessoas podem ir mais longe do que é possível pra realizá-los.

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By Shana • quarta-feira, 24 de agosto de 2016 • 7 ComentáriosLink to this post

Layout Novo | ENAMEL

Saudações, caríssimos leitores! Se os olhos de vocês estiverem bons, devem ter percebido umas cores diferentes por aqui - sim, estamos de cara nova! Eu vos apresento o misterioso layout, que eu já tinha anunciado por aqui, mas acabei trocando mais rápido do que esperava. Modéstia à parte, estou nas alturas com ele e mal consigo acreditar que o fiz, porque ficou maravilhoso! Exatamente como eu tinha imaginado de início *w* Ele é totalmente inspirado em Kuroshitsuji: Book of Circus, e eu tentei usar imagens só desse arco. Assim que assisti o anime, fiquei me coçando pra fazer um layout com a música da abertura (ENAMEL do Sid) - aliás, é uma das melhores aberturas de anime, na minha opinião, muito dentro do tema e com aquele charme sombrio que Kuroshitsuji traz. Demorei muito pra encontrar as imagens que queria, cheguei a desistir do layout, mas acabei descobrindo um efeito bacana sem querer enquanto editava alguma coisa no photoshop e TCHARAM! Layout fabuloso de Kuroshitsuji passando na sua timeline blogosfera ♥
Enquanto trabalhava nesse layout, resolvi procurar uns efeitos diferentes e fui testando uma série de coisas pra ver como ficava. Estou particularmente em êxtase com as bordas decoradas e muito satisfeita com o button - além, é claro, das bordinhas onduladas na data dos posts. Num geral, estou me sentindo muito criativa com essa versão! Além das aventuras no CCS, também testei algumas coisas diferentes na edição das imagens - fazia um bom tempo que eu não criava algum "cenário" com texturas e pincéis, e esse layout veio pra esbanjar minhas habilidades de design na minha própria cara. É muito raro eu visualizar um layout e ele terminar exatamente como estava no plano original, e vocês não fazem ideia do quão realizada eu estou me sentindo! ;w;/
Um ponto importantíssimo é a música - como eu disse, essa versão é toda inspirada na abertura de Kuroshitsuji: Book of Circus, que é de longe minha adaptação favorita do mangá, pois além de contar com uma personagem que eu adoro (a Doll), os figurinos são esplêndidos, a animação é maravilhosa, com todas aquelas cores brilhantes, além do tema circense me atrair muito. ENAMEL é uma abertura que eu nunca consegui pular ou minimizar o player enquanto passava, porque eu sempre queria vê-la, de tão maravilhosa que ela é - assim, para melhor experiência das sensações provocadas pelo layout, recomendo escutá-la ♥
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By Shana • sexta-feira, 19 de agosto de 2016 • 8 ComentáriosLink to this post

Resenha? Sobre Aldnoah.Zero

Num geral, quando eu resenho coisas, eu me foco na história, desenrolar do enredo e alguns aspectos técnicos - trilha sonora, animação, arte, capítulos, essas coisas. Contudo, preciso confessar que esse post não deve ser considerado uma resenha, porque, honestamente? Não sei o que estou fazendo aqui.
A questão é: a Ren me convenceu a assistir Aldnoah.Zero. Talvez nem tenha convencido, mas ela gosta de um personagem em particular, eu estava sempre vendo algo a respeito invariavelmente (caham, Pensão Koi feelings, sdds btw) e então a Hina falou sobre e eu fiquei: ok, vocês estão me tentando. E eu já estava de férias, então, por que não?
Me aventurei. Mecha não necessariamente é um dos meus gêneros preferidos, mas eu já vi Gundam SEED e gostei, vi um pouco de Gundam Wing, vi alguns mechas malemá durante a vida, então eu já sabia o que esperar grosseiramente: guerras, robôs gigantes, lutas e alguns papos filosóficos sobre política. Ok.
Aí eu comecei a ver Aldnoah.Zero. Meu senhor, o que diabos estava acontecendo ali?
A história é a seguinte (porcamente): em algum momento, os terrestres encontraram, na Lua, uma espécie de portal que os levou à Marte, e lá ergueu-se uma nova civilização. Tudo estaria nos conformes se um homem em particular não tivesse descoberto a tecnologia Aldnoah, que ao reconhecê-lo como seu "pai", digamos assim, conferiu-lhe o direito de ativar tal tecnologia, sendo este passado apenas a seus herdeiros de sangue. Em volta disso, construiu-se uma sociedade nos moldes feudais que, farta de assistir aos terrestres usando e abusando das riquezas naturais da Terra, resolve criar uma desculpa perfeita para iniciar uma guerra entre os dois planetas.
Confuso? Fiquei também. Curiosamente, o ponto forte de Aldnoah.Zero são justamente as lutas e artimanhas políticas que rolam ao longo da série (dignas de qualquer romance feudal, com o acréscimo da tecnologia de ponta) - mas o enredo em si acaba pouco desenvolvido e termina meio confuso, faltando alguma coisa, e eu acabei que não sei se entendi o que de fato aconteceu com a história.
Os personagens, por outro lado...
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By Shana • domingo, 14 de agosto de 2016 • 10 ComentáriosLink to this post

Acabam as férias, mas não a greve

Saudações, prezados leitores! Como estão todos? Eu já estou de volta a AxCity, embora não tenha voltado à rotina completamente porque as aulas ainda não voltaram - dizem por aí que voltamos em setembro, mas depois de solicitar meu diploma de graduação em greve, aprendi que rumor de corredor nem sempre se concretiza, então vou pacientemente esperar. Faz parte da vida, meus caros. Ainda assim, estou de volta porque o estágio não pára, e como minha supervisora se aposenta esse ano, encerraremos os atendimentos em dezembro (o que pra mim é bom, porque se as aulas durarem até março, eu pelo menos não tenho mais estágio e supervisão de uma ênfase, restando tempo livre para provas, trabalhos e leituras).
Minha viagem dessa vez deu-se sem muitas aventuras - ou eu já me acostumei com as bizarrices, depois de 5 anos indo e voltando de São Paulo com tanta frequência -, mas dessa vez fui recebida sem baratas e sem sujeira na minha casa (louvado seja o inverno!). Na sexta-feira teve confraternização do grupo de estágio, pois decidimos chegar já festando, e no fim de semana eu assisti Good Morning Call - que eu recomendo, embora no início tudo tenha sido uma versão alternativa de Itazura na Kiss (mas quando se fala de shoujo, não esperamos muita inovação num geral, né). Depois disso, minhas energias foram voltadas para um trabalho da faculdade, porque é melhor aproveitar pra fazer agora e estar tranquila quando as aulas recomeçarem - como eu disse, tenho graduação em greve, e já tô bem ligada em como funcionam essas coisas.
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By Shana • terça-feira, 9 de agosto de 2016 • 5 ComentáriosLink to this post


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