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Saudações, visitante! Neste momento, você se encontra no Hishoku no Sora, um blog pessoal sem fins lucrativos. Aqui se fala de tudo um pouco, então fique à vontade!
A versão atual é inspirada na música "We Don't Talk Anymore", ilustrada por Jimin e Jungkook (BTS).

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Kawasumi Shana, 24 anos e contando +1 todo dia 7 de fevereiro - logo, sou toda aquariana. Adoro música, mangás, animes, filmes e livros. Odeio insetos, injeções e filmes de terror, sou criativa e contraditória, possivelmente tenho um parafuso a menos - mas juro que sou legal. Ou não.more?

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Filme | Away from Her
O filme Away From Her conta a história de Grant e Fiona. Casados há 44 anos, a vida a dois começa a deteriorar lentamente com as pequenas confusões, esquecimentos e mudanças no comportamento da esposa. Buscando uma opinião médica, vem o diagnóstico: Doença de Alzheimer. Quando a situação começa a se agravar, Fiona decide que o melhor, tanto para ela quanto pra Grant, é a internação em uma clínica especializada.
Away from Her é um filme lento, plano, mas tocante de várias maneiras. Todo filmado num clima invernal, traz mesmo a sensação de frio, congelamento e dormência, o que achei muito poético para retratar o Alzheimer, uma doença que descaracteriza as pessoas conforme esquecem sua própria história.
Acompanhei por dois anos uma cuidadora de uma senhora com Alzheimer, e garanto que o filme não passa nem perto do real sofrimento e problemática da doença. Mas ele retrata de maneira muito bela e sensível o sofrimento de ter alguém que você ama cada vez mais distante, descaracterizado, e de como é difícil continuar seguindo a vida quando isso acontece. Sentimentos de culpa, abandono e impotência aparacem em toda a trama, e o filme ainda passa pelo despreparo de muitos profissionais ao lidar com a família e pessoas próximas do paciente com Alzheimer. 
"Metade do tempo procuro por algo que eu sei que é pertinente e não consigo lembrar o que é. Quando a ideia desaparece, tudo desaparece. Fico tentando descobrir o que era tão importante antes. Talvez eu esteja começando a desaparecer."
O único ponto que me desagradou no filme foi o final. Achei fantasioso, gerador de uma série de preconceitos e reforçador da ideia de que "se você acredita e se esforça, tudo é possível". Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva, cujo caminho só segue em frente, cada vez mais fundo, e ainda não tem cura, não se sabem as causas e pouco se pode fazer para tratar. É sempre importante ter isso em mente, com clareza, pois muitas famílias sofrem com a ideia de que podem fazer algo para salvar seus entes queridos. Em doenças desse tipo, é sempre possível fazer nosso melhor para que a pessoa possa viver da maneira mais digna possível, mas não dá pra fazer nenhum milagre, e nesse aspecto achei que o final do filme foi um verdadeiro desfavor. Apesar disso, ele tem um final aberto, então essa crítica fica bem restrita a minha interpretação do que acontece.
"- Que falta de sorte.
- Não. É a vida. Ninguém ganha da vida."
Quanto a aspectos técnicos, o filme é esteticamente lindo. A fotografia é bonita, e por tratar-se de um filme sobre lembranças, faz-se um jogo de imagens, idas e vindas, como se as memórias fossem se perdendo e se encontrando gradualmente. Apesar da narrativa não muito linear, o filme não confunde e segue um ritmo bem conciso e agradável. A trilha sonora é agradável, mas nada me chamou muito a atenção, então acho que não é nada de extraordinário - tanto para o bem quanto para o mal.
Por fim, não achei um filme deprimente. Acho que ele traz aspectos interessantes sobre a demência e sobre a vida das pessoas à volta daquela que adoece, como o luto, o seguir em frente com a vida, o cansaço, a apatia... O filme não traz nenhum heroísmo e todas as personagens são muito humanas, o que me agradou bastante. Com a ressalva do péssimo encerramento, vale totalmente a pena e recomendo fortemente. Vale comentar que, embora tocante, não é um filme chorável. Como diz muito bem a Marien, uma das personagens do filme: é a vida. Ela acontece, e não dá pra vencer dela, simples assim.

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By Shana • sábado, 28 de janeiro de 2017 • 9 ComentáriosLink to this post

Super Resenha | Emma

Esse post, caros leitores, foi iniciado em - pasmem - meados de 2014. Eu estava dando uma olhadinha no blog da Bunny quando li um post sobre esse anime. Me interessei na hora, já procurei na internet e encontrei essa maravilha no Anbient. Demorei o quê? Uma semana pra assistir? A singularidade dessa história me chamou muito a atenção, e como tenho a sensação de que não é tão conhecida quanto merece, resolvi falar um pouco aqui pra vocês.
Na época, eu só tinha visto a animação, mas enquanto escrevia o post, fui dar aquela olhadinha marota no mangá e... li inteiro. Aliás, eu acabei lendo mais de uma vez, de tão lindo que ele é. Sendo assim, acabei enrolando pra postar, porque eu queria acrescentar meu ponto de vista sobre o mangá na resenha (e eu sou preguiça pra caralho, a verdade nua e crua é essa). Por fim, demorei, mas trouxe, então venham se embrenhar comigo nessa história lindíssima!


Emma é uma empregada na casa de uma senhora inglesa, enquanto William é o filho mais velho da uma família de "jovens ricos". Os dois se conhecem por acaso, quando William resolve visitar sua antiga professora e governanta, a senhora de Emma, e acaba tomando um certo interesse pela jovem. Ambos então iniciam um relacionamento, que enfrentará a desaprovação de toda a sociedade londrina do final do Século XIX. 
Emma é um mangá de 2002, criado pela Mori Kaoru. Contando com 10 volumes, foi publicado na Monthly Comic Bean, e conta ainda com uma espécie de continuação: Emma Bangai Hen - ou Emma ~ Outros Contos, cuja publicação se deu em 2006, após o término do original, e traz uma série de histórias que o complementam a original de alguma forma.
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By Shana • quarta-feira, 18 de janeiro de 2017 • 3 ComentáriosLink to this post

Vagando por SP #3
"Vagando por SP" nunca foi uma série, mas talvez devesse ser, porque é algo que faço frequentemente - quer dizer, o que mais faço aqui é exibir meus gastos e a comida que descubro pela cidade, né non? Obviamente, desta vez não foi diferente: passei quase um mês em São Paulo, e como já tinha me planejado, guardei dinheiro pra poder sair com os migos. Dessa vez, visitei uns lugares bem bacanas, e já que agora estou munida de um celular potente, vai rolar post fotográfico sim porque é de ostentar que a gente gosta ºwº
Já peço perdão antecipadamente por todos aqueles que passarem vontade nesse post  - a intenção nunca é essa, vocês sabem. Afinal, a graça é que vocês visitem os lugares também (ou me chamem pra sair, sempre uma boa ideia, digníssima aliás). Bom, isso esclarecido, sigam-me os bons que o post hoje tá sucesso~
BBOPQ - Fast Food Coreano
No meio das férias, minha amiga me mandou uma página no facebook que nos deixou com água na boca - a page do BBOPQ. O lugar é um restaurante de comida coreana, que funciona mais ou menos como o Subway: você escolhe entre as opções Bowl ou Box e escolhe uma série de acompanhamentos pra montar seu prato. Como a gente não passa vontade, fomos experimentar!
O lugar é maravilhoso - aconchegante, limpinho, com ótimo atendimento e é uma delícia estar por lá. A comida, então, nem se fala! É deliciosa, a carne é macia e bem temperada, o arroz é gostosinho, tudo feito bem rapidinho e da maneira que você quer. O preço também é justo - pelo Bowl, que vem arroz, carne ou frango e até 5 acompanhamentos, você paga R$ 19,00! Com o refrigerante, fazendo o combo, ficam R$ 22,00 - que é mais ou menos o que se paga em qualquer fast food, a diferença é que no BBOPQ você come saudável e deliciosamente~


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By Shana • quarta-feira, 11 de janeiro de 2017 • 7 ComentáriosLink to this post

Jimin will take our hearts away

Saudações a todos, queridos leitores! Depois de um post filosófico pra encerrar o turbilhão que foi 2016, começamos o ano em cores leves - embora com muita sedução envolvida. Como foram as festividades? Espero que todos tenham passado bem e que tenham celebrado a virada da maneira mais agradável possível :3 Eu, como de costume, descansei nos primeiros dias do ano, mas não me contive e aproveitei o clima de renovação pra repaginar o blog. Apesar do ânimo, neste exato momento estou virada, tentando sobreviver à base de café - bebida que particularmente não me agrada, ressalto - e estou focando as energias em várias tarefas pra não acabar caindo e cochilando num canto qualquer. Isto dito, vocês perdoem quaisquer absurdos provenientes desse post, porque ele está sendo escrito daquele jeito, se é que me entendem.
Pra começar, bem, estamos de layout novo! Acho que essa versão foi feita em tempo recorde; na verdade, eu aproveitei que estava um pouco tranquila com os afazeres acadêmicos e comecei a ajeitar um layout que estava semi-pronto na minha pastinha mágica de layouts. O bendito estava prontinho pra ser usado - contudo, eu passei boa parte do meu tempo procurando imagens do Jimin (BTS) pra colocar de plano de fundo no celular. Eventualmente uma coisa levou à outra e, bom, cá estamos nós.
O layout foi inspirado na última title track do BTS, Blood, Sweat & Tears - que é a música tocando ali no player, aliás. Pra mim foi o MV mais lindo de 2016 e foi graças a ele que comecei a ouvir o grupo, então inspiração não faltou. Como o álbum fala basicamente sobre tentações, esse photoshoot do Jimin cheio de maçãs e pecado rendeu ideias pra um blend - acabei me aventurando por efeitos que nunca tinha usado no photoshop e achei o resultado magnifico!
Fiquei um pouco decepcionada quando fui transformar o blend em layout propriamente dito, contudo, porque não ficou bem como eu tinha pensado de início. Como ainda estava meio inspirada pela música (e essas imagens fabulosas do Jimin), resolvi tentar o footer, pelo qual me apaixonei perdidamente, e decidi tentar fazer o código pra ver com ficava. O resultado foi um layout novo em cerca de 6 horas -q
Fazia muito tempo que só vinham aparecendo layouts coloridíssimos aqui no Hishoku, então tentei manter esse o mais leve possível. O ccs está bem simples mesmo, e as cores estão variando entre tons claros e acizentados e alguns pontos em vermelho vivo - porque pecado seria não usar os tons dessas maçãs maravilhosas, não é mesmo?
Além da repaginada básica, aproveitei pra organizar um pouco as páginas internas do blog. Atualizei meu blogroll, organizei algumas coisas na página do blog, tirei outras, fiz páginas novas e atualizei os arquivos. Com isso, acho que podemos dizer que o Hishoku passou por uma leve faxina - que, aliás, ainda está em andamento, então não estranhem se encontrarem baguncinhas aí pelas páginas do blog, por gentileza ;w; Como é tradição iniciar o ano com uma limpeza no Japão, acho que entrei no clima e aproveitei a troca de layout pra fazer essas atualizações todas. Acho que é a primeira vez que faço um layout tão rápido, coloco no ar e organizo as páginas internas assim, de uma vez, então tô bem satisfeita sim ♥
De resto, confesso que não tenho mais nada a declarar. Estou aproveitando a última semaninha das minhas férias auto-declaradas, adiantando a pesquisa, marcando de ver os amigos e em breve foi mergulhar fundo nos deveres acadêmicos. Não caiu ainda a ficha de que em cerca de 2 meses eu estou formada, mas os afazeres acumulados não me deixam esquecer que estou no último ano anyway -qqq 2016 continua me perseguindo até março, então vou me esforçar pra acabar com ele o mais rápido possível uwu/
Por hora, ficamos aqui. Espero que tenham gostado do layout e que me perdoem pelo post sem conteúdo algum ♥ Beijinhos a todos e sonhem com as pernas do Jimin até a próxima!

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By Shana • terça-feira, 3 de janeiro de 2017 • 9 ComentáriosLink to this post


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